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Inovações na Engenharia que Vão te Surpreender

Inovação. Criatividade. Originalidade. Estes são alguns ingredientes fundamentais para uma criação de sucesso. Veja os incríveis resultados das mais recentes criações da engenharia e como elas afetam a mim, a você e o mundo!


“Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela.” Esta frase, de Albert Einstein, diz muito sobre as grandes ideias revolucionárias dos últimos tempos. Quando poderíamos imaginar que hoje teríamos smartphones que reconhecem até a voz de seu proprietário, telas sensíveis ao toque, robôs que limpam a casa e até mesmo a própria internet? Acredite: muita gente já imaginou algumas dessas ideias.


Na segundo filme da série “De volta para o Futuro”, da década de 90 - que em parte retrata como seria o ano de 2015, diversas “previsões” reais do futuro foram feitas. Comandos de voz, cinema 3D e videoconferências são alguns exemplos dessas inconscientes previsões. Isso nos mostra como, às vezes, a diferença entre uma ideia supostamente bizarra e impossível e um produto extraordinário é alguém que diga: “ok, vamos tentar fazer isso”. As inovações da engenharia apresentadas a seguir representam, com certeza, uma atitude revolucionária de alguém (ou alguns).







O Mundo Mágico da Impressão 3D

A impressão 3D já tomou conta da China, dos Estados Unidos e agora também está presente no Brasil. Com grandes aplicações na engenharia, especialmente na civil, esta ferramenta permite agilizar processos e reduzir custos de produção. Imagine um bolo com muitas camadas, sendo criado pedaço por pedaço: é desta forma que o objeto de interesse é impresso na máquina, que lê um arquivo *.STL e executa os comandos.

O Modus Operandi da Impressora


Mas como funciona essa tal impressora? Como já sabemos, a máquina reproduz um objeto tridimensional a partir de camadas sucessivas do material utilizado. Este material pode ser em , papel, líquido e outras tantas variações. As camadas - que correspondem às seções transversais do objeto geralmente simulado em CAD, portanto, são sobrepostas e fundidas para formar o objeto. O processo, dependendo do tamanho e complexidade do objeto, pode demorar desde minutos até horas.


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As principais tecnologias na fabricação aditiva - no caso, a Impressão 3D é um exemplo deste tipo de processo - são: fusão a laser, fundição a vácuo e moldagem por injeção. Opa, complicou! Traduzindo: na fusão a laser, pós metálicos são fundidos em objetos tridimensionais a partir da energia laser concentrada. Essa, inclusive, é uma tecnologia mais recente e com larga aplicabilidade na indústria médica, engenharia eletrônica e aeroespacial.


Na modalidade de fundição a vácuo, produz-se protótipos de alta qualidade em resina de poliuretano que imitam a aparência de polímeros. O nylon também pode ser usado! (Sim, aquele das cordas do violão). Nesse caso, matrizes de cera são criadas pela impressora. Já na moldagem por injeção, as máquinas injetoras limitam-se a produzir peças de até 12 gramas em moldes de resina.


Aplicações na Engenharia

Mas onde exatamente essa tecnologia pode ser usada na engenharia? Na área automotiva e aeroespacial, a aplicabilidade é enorme devido a necessidade de agilizar processos (a impressão 3D é muito mais rápida do que as tradicionais moldagens e usinagens). Já pensou em imprimir um carro inteirinho? Em breve isso pode ser uma realidade. E o que mais poderia ser feito com essa impressora?


Celulares. Não, não o celular o que você conhece. CELULARES, em caixa alta! Imagine um celular personalizado só pra você. Moldado do jeito que você quer. Feito - no caso, impresso - com a sua personalidade. Não é demais? A Google e a 3D Systems fecharam uma parceria para trabalhar nessa ideia, chamada Projeto ARA. Aliás, não seria tão surpreendente se, após esse primeiro projeto ser executado, outros produtos eletrônicos de consumo fossem feitos da mesma forma.


Vamos citar só mais uma aplicação, que com certeza vai te deixar transtornado. Comida impressa. Hoje, por mais legal (e bizarro) que isso possa parecer, já existem impressoras capazes de imprimir chocolates e massas, por exemplo. Imagine produzir alimentos com conteúdo nutricional previamente planejado, ou até mesmo permitir que astronautas produzam sua própria comida no espaço? Observação: não tente isso em casa. Comer papel A4 não parece bom. Conheça aqui um restaurante que imprime comidas de verdade.


Realidade Aumentada & Realidade Virtual (is this the real life?)


Visualizar um cômodo pronto antes mesmo do início de uma obra. Parece bem útil, não é? As realidades aumentada e virtual (calma, a gente já vai explicar a diferença entre elas) são os aparatos necessários para prover esse avanço. Outra possibilidade é treinar funcionários em situações de risco e oferecer uma experiência bem próxima da realidade para os trabalhadores.


Realidade aumentada. Realidade virtual. “Ué, mas é realidade mesmo ou é fantasia?” Com certeza Freddy Mercury escreveu esse trecho de Bohemian Rhapsody depois de ter um insight sobre este assunto. A tecnologia mexe com a cabeça de todos nós. Mas vamos ao que interessa: o que é realidade aumentada? E a virtual? O que difere uma da outra? Como isso é feito? Descubra aqui e agora, no próximo parágrafo.

Realidade Aumentada


A Realidade Aumentada (vamos chamar aqui de RA) é uma técnica utilizada pra unir o mundo real ao virtual, ou seja, inserir objetos virtuais no ambiente físico em tempo real e mostrada ao usuário pelo auxílio de algum dispositivo tecnológico. Isso pode ser feito pela utilização de uma webcam, marcador ou até mesmo um smartphone.


Funciona assim: o software processa a imagem captada por uma câmera ligada ao computador. Daí, o software identifica o posicionamento do símbolo, e em seguida, disponibiliza um objeto virtual, que é a realidade aumentada, com base neste posicionamento. Não entendeu? Você provavelmente conhece o Snapchat e Instagram, certo? Os filtros divertidos que esses apps disponibilizam consistem num grande exemplo de RA.

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Realidade Virtual


Ok, agora entendemos a Realidade Aumentada (RA). Mas e a Realidade Virtual? A RV é uma tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema operacional. O objetivo, agora, é que a sensação máxima de realidade seja passada ao usuário, fazendo-o a tratar essa interação como uma de suas realidades. Assim, a interação é feita em tempo real e através de equipamentos e técnicas que estimulam o sentimento de presença do usuário na realidade virtual - e a presença da RV na realidade do usuário.


A RV é capaz de produzir efeitos bastante marcantes. Por isso, é importante utilizá-la com sabedoria. Como falamos logo acima, usar a RA para fazer demonstrações para funcionários poderia ser interessante, sim. Mas é preciso dosar e saber aplicar pois, caso a Realidade Virtual acabe sendo interpretada como a própria realidade pro usuário, pode ser muito perigoso. Tem que ter cuidado pra não transformar num episódio de Black Mirror! (leia sobre o tal episódio aqui - CONTÉM SPOILERS)



Tecnologia de 5 nanômetros: sim, é possível

Uma parceria da IBM, da Samsung e da fabricante de semicondutores Globalfoundries, desenvolveu o primeiro processo em escala industrial que deverá viabilizar a construção de processadores com transitores de silício de 5 nanômetros (nm). Essa tecnologia prova, finalmente, que esses chips são possíveis de existir e logo devem chegar ao mercado.

A atual tecnologia de ponta disponível é de 10 nanômetros, e a tecnologia com 5nm permite um aumento de desempenho de 40% com o mesmo gasto de energia ou 75% de economia de energia em desempenho correspondente. Esses novos chips quando viabilizados serão capazes de atuar em inteligência artificial, realidade virtual e dispositivos móveis, auxiliando na aceleração do aparelho. Além disso, as baterias de celulares poderão durar de 2 a 3 vezes mais!

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Pulso de luz: a energia concentrada

Miguel Alonso e Kevin Parker, ambos da Universidade de Rochester nos EUA, desenvolveram um novo padrão de feixe de luz, caracterizado como um pulso em forma de agulha. A técnica desenvolvida faz com que a onda colapse para dentro, formando um feixe incrivelmente intenso e fino antes que a onda volte a se expandir. Detalhe: essa ação dura um nanossegundo - ou até menos. Outro fato notável é que a técnica não precisa necessariamente ser aplicada em luz.

Como isso funciona? Segundo Kevin Parker, pode ser feito com uma onda de luz na faixa do visível, com ultra-som, radar, sonar - vai funcionar para todas elas. O nome foi batizado como “pulso agulha” por conta da grande concentração de energia.

Outras aplicações interessantes, além da óptica e o ultra-som, são a microscopia, radar e sonar. No campo industrial, poderá ser beneficiada qualquer forma de processamento de materiais a laser que envolva colocar a maior intensidade de luz possível em um determinado ponto, como nos processos de corte ou soldagem.

​Gostou dessas inovações? Se interessou por algum assunto? Então, lançamos uma proposta a você:

Aceite o desafio: seja hoje o melhor que você pode ser. Seja a revolução que você quer ver no mundo. 🙂



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